Interiores, abaixo da superfície, lá dentro onde há o desconhecido, o obscuro, onde inventamos significados, idéias e soluções, muitas ilusões perdidas e encontradas e os demais sentimentos confundem entre si, quase num sincretismo religioso. Um adaptando-se ao outro, fundindo-se e formando outros sentimentos ainda mais dispersos... Nós somos assim, pensantes, nervosos, sentimentais, somos orientados por uma dupla distinta, o coração e a mente... Os dois juntos formam o nosso equilíbrio entre o abismo da insanidade e a gélida indiferença.
Amém!
Amém!
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