Era uma vez uma garota triste, seu nome era Laly, ela tinha problemas de aceitação pessoal, ela tinha medo de se olhar no espelho, ela nunca usava algo que pudesse chamar atenção pra ela, mesmo assim ela não conseguia... As pessoas se sentiam intrigadas a respeito do mistério que envolvia essa garota, em especial um certo cara, chamado Calistenes, ele era muito popular e sempre chamava atenção pela sua irreverência e espontaneidade, todos achavam que ele podia namorar qualquer garota, porque todas se sentiam atraídas por ele, exceto uma, Laly.
Calistenes quando olhava para Laly, sentia que a tristeza exposta dela, era a tristeza que ele escondia de todos, Calistenes procurava algo, não sabia o quê, mas procurava, rodeando no escuro vazio da frustração, ele temia os outros, o que poderiam pensar dele se soubessem de seus verdadeiros desejos, tão simples, tão singelo... Ele via em Laly a coragem de mostrar o que sentia, mesmo que isso significasse afastar todos de si... Ah as aparências, o quanto elas nos destroem, o quanto elas tornam nossos sonhos um abismo profundo de temores e covardia, quem era o mais covarde? Laly por sua incapacidade de enfrentar os próprios temores, ou Calístenes que teme a si mesmo?
Qual podemos julgar? Somos tão perfeitos assim para termos o direito de julgar? E os nossos segredos, os nossos medos, onde estão?
Calistenes quando olhava para Laly, sentia que a tristeza exposta dela, era a tristeza que ele escondia de todos, Calistenes procurava algo, não sabia o quê, mas procurava, rodeando no escuro vazio da frustração, ele temia os outros, o que poderiam pensar dele se soubessem de seus verdadeiros desejos, tão simples, tão singelo... Ele via em Laly a coragem de mostrar o que sentia, mesmo que isso significasse afastar todos de si... Ah as aparências, o quanto elas nos destroem, o quanto elas tornam nossos sonhos um abismo profundo de temores e covardia, quem era o mais covarde? Laly por sua incapacidade de enfrentar os próprios temores, ou Calístenes que teme a si mesmo?
Qual podemos julgar? Somos tão perfeitos assim para termos o direito de julgar? E os nossos segredos, os nossos medos, onde estão?
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