Friday, February 27, 2009

Iron e Wine
Flightless Bird, American Mouth

I was a quick wet boy
Diving too deep for coins
All of your straight blind eyes
Wide on my plastic toys
And when the cops closed the fair
I cut my long baby hair
Stole me a dog-eared map
And called for you everywhere
Have I found you?
Flightless bird, jealous, weeping
Or lost you?
American mouth
Big bill looming
Now I'm a fat house cat
Cursing my sore blunt tongue
Watching the warm poison rats
Curl through the wide/white fence cracks
Kissing on magazine photos
Those fishing lures thrown in the cold and clean
Blood of Christ mountain stream
Have I found you?
Flightless bird, brown hair bleeding
Or lost you?
American mouth
Big bill, stuck going down

Thursday, February 26, 2009

Laly

Era uma vez uma garota triste, seu nome era Laly, ela tinha problemas de aceitação pessoal, ela tinha medo de se olhar no espelho, ela nunca usava algo que pudesse chamar atenção pra ela, mesmo assim ela não conseguia... As pessoas se sentiam intrigadas a respeito do mistério que envolvia essa garota, em especial um certo cara, chamado Calistenes, ele era muito popular e sempre chamava atenção pela sua irreverência e espontaneidade, todos achavam que ele podia namorar qualquer garota, porque todas se sentiam atraídas por ele, exceto uma, Laly.
Calistenes quando olhava para Laly, sentia que a tristeza exposta dela, era a tristeza que ele escondia de todos, Calistenes procurava algo, não sabia o quê, mas procurava, rodeando no escuro vazio da frustração, ele temia os outros, o que poderiam pensar dele se soubessem de seus verdadeiros desejos, tão simples, tão singelo... Ele via em Laly a coragem de mostrar o que sentia, mesmo que isso significasse afastar todos de si... Ah as aparências, o quanto elas nos destroem, o quanto elas tornam nossos sonhos um abismo profundo de temores e covardia, quem era o mais covarde? Laly por sua incapacidade de enfrentar os próprios temores, ou Calístenes que teme a si mesmo?
Qual podemos julgar? Somos tão perfeitos assim para termos o direito de julgar? E os nossos segredos, os nossos medos, onde estão?